domingo, 13 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
trama
carrego nas mãos uma ausência
a saudade leve
a vontade urgente
o tempo que passa
os dedos que escorrem sem pressa
o meu silêncio
carrego nas mãos as vozes de todos os tempos
o meu tempo que já não sei qual é
esse hiato entre o ontem e o amanhã
metade desejo metade escuta
(...)
e meus pés caminham fortes
trocam de direção
se perdem na noite
espero um sinal
espero um aviso
espero uma promessa
carrego nas mãos uma vã filosofia
me apaixonei desse texto
me apaixonei dessa escrita
me apaixonei dessa forma de ver o mundo
me apaixonei pelo seu sintoma
(e sinto-me)
(e sinto-te)
carrego nas mãos uma incerteza
vou pelo mistério que me guia
vou pelo caminho da beleza
qualquer maneira de amor me ilumina.
a saudade leve
a vontade urgente
o tempo que passa
os dedos que escorrem sem pressa
o meu silêncio
carrego nas mãos as vozes de todos os tempos
o meu tempo que já não sei qual é
esse hiato entre o ontem e o amanhã
metade desejo metade escuta
(...)
e meus pés caminham fortes
trocam de direção
se perdem na noite
espero um sinal
espero um aviso
espero uma promessa
carrego nas mãos uma vã filosofia
me apaixonei desse texto
me apaixonei dessa escrita
me apaixonei dessa forma de ver o mundo
me apaixonei pelo seu sintoma
(e sinto-me)
(e sinto-te)
carrego nas mãos uma incerteza
vou pelo mistério que me guia
vou pelo caminho da beleza
qualquer maneira de amor me ilumina.
fragmentos
"um 'koan" budista diz 'o mestre segura a cabeça do discípulo debaixo da água, durante muito, muito tempo; pouco a pouco as bolhas começam a se rarefazer' no último momento, o mestre tira o discípulo, reanima-o: quando você desejar a verdade como desejou o ar, então saberá o que ela é.'
a ausência do outro segura a minha cabeça debaixo da água, pouco a pouco, sufoco, meu ar se rarefaz: é por essa asfixia que reconstituo minha 'verdade' e preparo o intratável do amor."
(fragmentos de um discurso amoroso. verbete: ausência)
domingo, 23 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
quase 28
amanhã sou 28.
daqui, não tenho medo de saturno.
escrevo para lembrar, escrevo para esquecer.
escrevo na tentativa de escrever em mim uma nova história.
sei que sou habitada por intensidades, presenças distantes, lembranças de antes.
mas preciso escrever para pertencer ao agora.
pois que tudo que desejo às vezes me escapa.
mas, de corpo aberto, busco o mundo para além do vazio.
quem inventou o amor não fui eu.
mas acredito.
acredito.
acredito.
e acredito.
como disse uma amiga, "o coração estará sempre na linha de frente".
aconteça o que acontecer.
seja o que for.
venha o que vier.
venha o que não vier.
hoje atravesso a meia noite by myself.
acho que, pela primeira vez, completamente eu.
mas não tenho medo de saturno.
vou rasgar a pele.
daqui, não tenho medo de saturno.
escrevo para lembrar, escrevo para esquecer.
escrevo na tentativa de escrever em mim uma nova história.
sei que sou habitada por intensidades, presenças distantes, lembranças de antes.
mas preciso escrever para pertencer ao agora.
pois que tudo que desejo às vezes me escapa.
mas, de corpo aberto, busco o mundo para além do vazio.
quem inventou o amor não fui eu.
mas acredito.
acredito.
acredito.
e acredito.
como disse uma amiga, "o coração estará sempre na linha de frente".
aconteça o que acontecer.
seja o que for.
venha o que vier.
venha o que não vier.
hoje atravesso a meia noite by myself.
acho que, pela primeira vez, completamente eu.
mas não tenho medo de saturno.
vou rasgar a pele.
sexta-feira, 14 de março de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
tarefa
preencher os dias de sentido
e o sentido é construído por si
mas só faz sentido mesmo
quando acontece um encontro
consigo
com outro
com o mundo
pois só faz sentido mesmo
aquilo que vem fundo.
e o sentido é construído por si
mas só faz sentido mesmo
quando acontece um encontro
consigo
com outro
com o mundo
pois só faz sentido mesmo
aquilo que vem fundo.
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