(isso de ser
exatamente
o que se é
ainda vai nos
levar além)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
de tarde se anoitecer eu vou estar
e a falta de imaginação me fez lembrar de você. o cheiro da calçada molhada. a mão seca. hoje eu só queria mesmo o seu abraço. passou o frio na barriga. a garganta engasgada. não sei se estou mais simples. aonde foram parar os seus olhos? alguma parte de mim escorreu pela janela. eu sempre soube que em outubro a gente seria ___. tô falando bobagem. queria te dizer pra gente pensar amanhã. hoje dormir juntos. perder a hora. e a razão. joga fora toda essa lógica. você não precisa. desde ontem criei asas. hoje elas querem voar. no fim de semana é mais difícil. tenho ciúme dos seus óculos. eu nunca vou entender. meu pé arranhou um lado dele na greta do chão. se fecho os olhos só existe a imagem de você na esquina. sozinha não. olho adiante. uma porção de gente. tudo se acaba. o que a gente inventa a gente tem. eu sei que sim. mais. ainda. tem algo ali. pesca antes que seja tarde. quero mandar os astros pro inferno. meu caminho é o céu. quase seu. me deixa desperdiçar sorriso. o peito aberto. você na mira. um dia. será. eu sei que.
sim, ainda
Olhar colírico
Lirios plásticos do campo e do contracampo
Telástico cinemascope teu sorriso tudo isso
Tudo ido e lido e lindo e vindo do vivido
Na minha adolescidade
Idade de pedra e paz
Lirios plásticos do campo e do contracampo
Telástico cinemascope teu sorriso tudo isso
Tudo ido e lido e lindo e vindo do vivido
Na minha adolescidade
Idade de pedra e paz
Teu sorriso quieto no meu canto
Ainda canto o ido o tido o dito
O dado o consumido
O consumado
Ato
Do amor morto motor da saudade
O dado o consumido
O consumado
Ato
Do amor morto motor da saudade
Diluído na grandicidade
Idade de pedra ainda
Canto quieto o que conheço
Quero o que não mereço
O começo
Quero canto de vinda
Divindade do duro totem futuro total
Tal qual quero canto
Por enquanto apenas mino o campo ver-te
Acre e lírico o sorvete
Acrilíco Santo Amargo da Putrificação
acrilírico. caetano veloso.
Idade de pedra ainda
Canto quieto o que conheço
Quero o que não mereço
O começo
Quero canto de vinda
Divindade do duro totem futuro total
Tal qual quero canto
Por enquanto apenas mino o campo ver-te
Acre e lírico o sorvete
Acrilíco Santo Amargo da Putrificação
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
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