ser porque sou seu
minha dor
fica
amor ou seu ou outro
em mim
se nem o não sonha
eu você nos breu
eu você
nós
ser.
a espera. francesco napoli.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
ruína
"Um monge descabelado me disse no caminho: eu queria construir uma ruína. Embora eu saiba que ruína é uma desconstrução. Minha idéia era de fazer alguma coisa ao jeito de tapera. Alguma coisa que servisse para abrigar o abandono, como as taperas abrigam. Porque o abandono pode não ser apenas de um homem debaixo da ponte, mas pode ser também de um gato no beco ou de uma criança presa num cubículo. O abandono pode ser também de uma expressão que tenha entrado pro arcaico ou mesmo de uma palavra. Uma palavra que esteja sem ninguém dentro. (O olho do monge estava perto de ser um canto.)
E o monge se calou, descabelado."
manoel de barros. livro sobre nada.
manoel de barros. livro sobre nada.
saúde
zera a zeza, meu amor
canta o pagode do nosso viver
que a gente pode entre a dor e o prazer
pagar pra ver o que pode e o que não pode ser
a pureza desse amor
espalha espelhos pelo carnaval
e cada cara e corpo é desigual
sabe o que é bom e o que é mau
chão é céu
e é seu e meu
e eu sou quem não morre nunca.
(zera a reza - caetano veloso)
canta o pagode do nosso viver
que a gente pode entre a dor e o prazer
pagar pra ver o que pode e o que não pode ser
a pureza desse amor
espalha espelhos pelo carnaval
e cada cara e corpo é desigual
sabe o que é bom e o que é mau
chão é céu
e é seu e meu
e eu sou quem não morre nunca.
(zera a reza - caetano veloso)
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
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